Falando de Futebol – por Junior Moresco
E o Avaí segue em queda livre… e o alerta já não é mais amarelo, é vermelho faz tempo.
Nos últimos 12 pontos disputados, o Leão conquistou apenas 2. Empates contra Sport e Operário, derrotas para Ponte Preta e agora Atlético Goianiense. Um recorte que preocupa, e muito, principalmente quando se olha para dentro de casa: pontos preciosos sendo deixados na Ressacada, algo que historicamente sempre foi o grande trunfo do clube.
Na derrota para o Atlético Goianiense por 2 x 1, em Goiânia, o roteiro se repetiu. Um Avaí que até tenta competir, mas que peca nos detalhes e no futebol atual, detalhe decide jogo.
Os números da partida mostram um time que teve momentos com a bola, tentou propor em alguns momentos, mas sem agressividade real. Finaliza pouco, cria menos ainda e defensivamente segue oferecendo espaços. É um time que não consegue se impor nem quando tem o controle da posse.
E aí entra um ponto que já está virando rotina: a arbitragem.
Na minha visão, o pênalti marcado para o Atlético Goianiense simplesmente não existiu. Mais uma decisão que pesa diretamente no resultado. E não é um caso isolado, já virou padrão. Contra o Avaí, marca. A favor… silêncio.
Mas também não dá pra colocar tudo na conta do apito.
O Avaí hoje é um time que oscila demais, que não sustenta resultado, que não consegue transformar volume em eficiência. Falta imposição, falta personalidade e, principalmente, falta reação dentro das partidas.
E isso começa a custar caro.
Porque a tabela não espera, a competição não perdoa… e quando o time começa a olhar mais pra baixo do que pra cima, o cenário muda completamente.
Ou o Avaí reage agora, rapidamente, ou vai transformar uma competição que parecia controlada em mais um campeonato de sofrimento.
E aí, meu amigo… a história a gente já conhece.
Falando de Futebol – por Junior Moresco
E o Avaí segue em queda livre… e o alerta já não é mais amarelo, é vermelho faz tempo.
Nos últimos 12 pontos disputados, o Leão conquistou apenas 2. Empates contra Sport e Operário, derrotas para Ponte Preta e agora Atlético Goianiense. Um recorte que preocupa — e muito —, principalmente quando se olha para dentro de casa: pontos preciosos sendo deixados na Ressacada, algo que historicamente sempre foi o grande trunfo do clube.
Na derrota para o Atlético Goianiense por 2 x 1, em Goiânia, o roteiro se repetiu. Um Avaí que até tenta competir, mas que peca nos detalhes — e no futebol atual, detalhe decide jogo.
Os números da partida mostram um time que teve momentos com a bola, tentou propor em alguns momentos, mas sem agressividade real. Finaliza pouco, cria menos ainda e defensivamente segue oferecendo espaços. É um time que não consegue se impor nem quando tem o controle da posse.
E aí entra um ponto que já está virando rotina: a arbitragem.
Na minha visão, o pênalti marcado para o Atlético Goianiense simplesmente não existiu. Mais uma decisão que pesa diretamente no resultado. E não é um caso isolado — já virou padrão. Contra o Avaí, marca. A favor… silêncio.
Mas também não dá pra colocar tudo na conta do apito.
O Avaí hoje é um time que oscila demais, que não sustenta resultado, que não consegue transformar volume em eficiência. Falta imposição, falta personalidade e, principalmente, falta reação dentro das partidas.
E isso começa a custar caro.
Porque a tabela não espera, a competição não perdoa… e quando o time começa a olhar mais pra baixo do que pra cima, o cenário muda completamente.
Ou o Avaí reage agora, rapidamente, ou vai transformar uma competição que parecia controlada em mais um campeonato de sofrimento.
E aí, meu amigo… a história a gente já conhece.
Falando de Futebol – por Junior Moresco
